segunda-feira, 20 de maio de 2013
#01 Estilhaço
"...e o intuito, repare, nunca foi de faltar com a melancolia, ou melhor, a grandiloquência da tristeza que se fez cair naquele tão raro instante de fugaz sentimento semelhante, não tão diferente assim, de alegria. Não mesmo!
Amigos, o que vimos ali a pouco mal passou de um estilhaço de inadequação. Como uma atitude movida por bondosa motivação, porém deslocada de coerência, pode ser tão pertinente quanto um relógio de ponta cabeça?!
Navegando por tais águas concluímos da seguinte forma: há que se vigiar o sorriso de cada um, mesmo o individuo respeitando todos os limites específicos do seu quadrado. Há que se dar um basta às repetidas demonstrações de carinho proeminentes de fatos isolados, mesmo estando os fatos esvaziados de provas. Uma junta de delegados, de moral ilibada, deve seguir observando de longe possíveis excessos no comportamento de certos sorrisos. Não podemos admitir que sujeitos felizes continuem a se comportar e proliferar em nossa sociedade como coelhos.
Basta!"
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